Eutanásia passiva, ativa, voluntária e involuntária

Há diferentes tipos de eutanásias, e cada uma delas levanta questões morais diferentes.

Eutanásia passiva: esse é um tipo de eutanásia em que o médico deixa o paciente morrer. Para compreender a ideia, imagine a seguinte situação. Uma pessoa se encontra em estado de doença terminal. Não há esperança de que ela sobreviva por muito tempo. Em virtude do sofrimento pelo qual está passando, ela deseja morrer. Na eutanásia passiva o médico deixa de fazer uma série de procedimentos, como o uso de medicamento, aparelhos etc, e deixa de prolongar artificialmente a vida desse paciente.

Eutanásia ativa: esse é um tipo de eutanásia em que, ao invés de simplesmente deixar morrer, o médico faz alguma coisa para matar, abreviar a vida do paciente. Se considerarmos o exemplo anterior, o médico teria usado algum tipo de produto letal para abreviar a vida do paciente.

Eutanásia voluntária: esse tipo de eutanásia ocorre quando é o paciente que escolhe morrer e pede isso ao médico.

Eutanásia não voluntária: alguns pacientes não são capazes de manifestar seu desejo em relação à eutanásia. Um paciente em estado terminal ou com algum tipo de deficiência grave pode ser incapaz de manifestar qualquer desejo. Nesses casos, é a família que deve decidir pela eutanásia. Por isso é chamada de eutanásia não voluntaria, já que não foi escolhida pela pessoa afetada.

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