Utilitarismo (questões dissertativas)

  1. O que é o hedonismo?
  2. Como difere o utilitarismo clássico do utilitarismo de preferências?
  3. Explique o argumento da máquina de experiências contra o hedonismo.
  4. O Dr. Y descobriu uma droga que, sem provocar quaisquer danos à saúde, faz
    as pessoas deixarem de se sentir tristes e deprimidas, passando a estar sempre
    bem dispostas, mesmo perante as circunstâncias mais dramáticas. O seu
    plano é introduzir secretamente essa droga na água canalizada.

    1. Um utilitarista hedonista aprovaria o plano do Dr. Y? Porquê?
    2. Um utilitarista de preferências aprovaria o plano do Dr. Y? Porquê?
    3. Pensa que o plano do Dr. Y é eticamente aceitável? Porquê?
  5. Explique o argumento da maioria fanática contra o utilitarismo de preferências.
  6. A ética utilitarista é uma forma de consequencialismo. Porquê?
  7. O que são restrições deontológicas? Apresente exemplos.
  8. Por que razão o utilitarismo parece demasiado permissível?
  9. Como respondem os utilitaristas à objeção de que a sua teoria é demasiado
    permissível?
  10. Por que razão o utilitarismo parece demasiado exigente ou proibitivo?
  11. Por que razão o utilitarismo parece nos privar de liberdade moral?
  12. Os filósofos têm procurado resolver dilemas morais recorrendo a princípios gerais que permitiriam ao agente encontrar a decisão correta para toda e qualquer questão moral. Na filosofia moderna foram apresentados dois princípios dessa natureza, que podem ser formulados do seguinte modo:

    I – Princípio do Imperativo Categórico: Age de modo que a máxima de tua ação possa ao mesmo tempo se converter em lei universal.

    II – Princípio da Maior Felicidade: Dentre todas as ações possíveis, escolha aquela que produzirá uma quantidade maior de felicidade para os afetados pela ação.

    Imagine a seguinte situação: Um trem desgovernado vai atingir cinco pessoas que trabalham desprevenidas sobre os trilhos. Alguém observando a situação tem a chance de evitar a tragédia, bastando para isso que ele acione uma alavanca que está ao seu alcance e que desviará o trem para outra linha. Contudo, ao ser desviado de sua trajetória, o trem atingirá fatalmente uma pessoa que se encontra na outra linha. O observador em questão deve tomar uma decisão que altera significativamente o destino das pessoas envolvidas na situação. Essa situação é típica de um dilema moral, pois qualquer que seja a nossa decisão, ela terá implicações que preferiríamos evitar.

    Considere os princípios morais I e II acima e RESPONDA às seguintes questões:

    1. Se o observador em questão fosse um adepto do Princípio I, ele deveria ou não alterar a trajetória do trem? Como ele justificaria a sua decisão?
    2. Se o observador em questão fosse um adepto do Princípio II , ele deveria ou não alterar a trajetória do trem? Como ele justificaria a sua decisão?
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