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Questões sobre diálogo entre Sócrates e Lísis

Durante o diálogo, Sócrates e Menexeno exploram diferentes definições de amizade. Qual é a conclusão que eles alcançam ao final do diálogo?
Eles alcançam uma resposta definitiva sobre a natureza da amizade.
Eles concordam que a amizade é baseada exclusivamente no prazer mútuo.
Eles apresentam uma lista exaustiva de critérios para determinar a verdadeira amizade.
Eles determinam que a amizade só pode existir entre pessoas de mesma idade.
Eles enfrentam dilemas e impasses, sem chegar a uma conclusão definitiva.

No diálogo Lísis, Sócrates apresenta o seguinte exemplo:

"Então, o amado é amigo do amante, segundo parece, Menêxeno, quer ele o ame, quer o odeie. É o caso das crianças muito novas: umas ainda nem amam, enquanto outras já odeiam, como quando são castigadas pela mãe ou pelo pai. Entretanto, ainda que sintam ódio naquele momento, são os entes mais queridos aos pais."

Tal exemplo é usado pelo filósofo para mostrar que:
O conceito de amizade não se aplica nas relações entre pais e filhos, já que existe uma desigualdade de autoridade entre eles.
A amizade é algo que pode ser facilmente estabelecido entre pais e filhos, independentemente do comportamento das crianças.
A relação entre pais e filhos pode ser usada como um modelo ideal para entender a verdadeira natureza da amizade.
A amizade é incondicional e não depende das ações ou sentimentos das pessoas envolvidas.
O amor e o ódio podem coexistir na mesma relação, tornando a definição de amizade mais complexa.

No diálogo Lísis, Sócrates afirma:

"Acontece que desde criança eu desejo um certo bem, assim como outras pessoas desejam outros bens. Com efeito, um deseja possuir cavalos, outro cães, outro ouro, e ainda outro honra, mas eu não me interesso muito por essas coisas. Contudo, quando se trata de obter amigos, sinto um ardente desejo, e preferiria ter um bom amigo a ter a mais bela codorna ou o mais belo galo do mundo, e sim, por Zeus, até mesmo um cavalo ou um cão! Creio que – pelo cão! – eu escolheria sem sombra de dúvida antes um companheiro do que o ouro de Dario, ou mesmo o próprio Dario; eis a minha paixão por fazer amigos."

A partir desse trecho, é possível concluir que:
Sócrates acredita que o mais importante na vida é acumular riquezas e status social.
Sócrates considera o ouro de Dario e o próprio Dario como possíveis amigos.
Sócrates possui uma paixão por animais, como cavalos e cães, igual ao seu desejo por amizades.
Sócrates não vê valor algum em fazer amigos e prefere focar apenas em seus interesses pessoais.
Sócrates valoriza a amizade acima de posses materiais e honrarias.
No diálogo Lísis, qual é a ideia central relacionada à amizade que é explorada através das perguntas e respostas entre Sócrates e Menêxeno?
A amizade não pode existir entre pessoas com diferentes opiniões políticas.
A reciprocidade na amizade e o papel do amante e do amado.
A amizade só pode ocorrer entre pessoas da mesma cultura e origem.
A amizade é uma relação hierárquica onde uma parte domina a outra.
A amizade ocorre apenas entre pessoas com interesses similares.

No diálogo Lísis, Sócrates afirma:

"Acontece que desde criança eu desejo um certo bem, assim como outras pessoas desejam outros bens. Com efeito, um deseja possuir cavalos, outro cães, outro ouro, e ainda outro honra, mas eu não me interesso muito por essas coisas. Contudo, quando se trata de obter amigos, sinto um ardente desejo, e preferiria ter um bom amigo a ter a mais bela codorna ou o mais belo galo do mundo, e sim, por Zeus, até mesmo um cavalo ou um cão! Creio que – pelo cão! – eu escolheria sem sombra de dúvida antes um companheiro do que o ouro de Dario, ou mesmo o próprio Dario; eis a minha paixão por fazer amigos."

A partir desse trecho, é possível concluir que .
Sócrates acredita que o verdadeiro significado da vida é encontrar amigos que compartilham dos mesmos interesses materiais.
Sócrates, apesar de valorizar a amizade, não consegue estabelecer laços com outras pessoas facilmente.
Sócrates vê a amizade como uma forma de adquirir poder e influência sobre os outros.
Sócrates demonstra interesse em aprender sobre a natureza da amizade, já que a deseja ardentemente.
Sócrates considera que a amizade é uma habilidade inata e não pode ser aprendida ou desenvolvida.