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Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
A falácia genética rejeita uma ideia só por sua origem, como “veio de um sonho” ou “foi influenciada por alguém”, ignorando as evidências: o que importa para julgar é o que sustenta a teoria, não sua história.
A falácia de apelo à autoridade irrelevante ocorre em diferentes ocasiões. Comum a todas elas está a suposição de que uma ideia é verdadeira simplesmente porque uma autoridade disse.
Para Marx, a infraestrutura econômica — forças produtivas e relações de produção — determina como a sociedade pensa e organiza leis, política e moral, que formam a superestrutura.
Marx explica que a religião surge para aliviar o sofrimento dos trabalhadores numa sociedade de classes, funcionando como anestésico que impede a revolta contra a exploração.
A felicidade já foi vista como sorte ou dom divino; hoje, como direito e habilidade a desenvolver. Essa virada libertou, mas também pode transformar a busca constante em cobrança, luta e dor.
O utilitarismo defende que a punição só se justifica pelos benefícios futuros à sociedade, ao passo que o retributivismo busca “dar o troco” para reparar a injustiça passada.
Kant defende que a punição é retributiva: deve “dar o troco” proporcional ao crime, pois tratar o criminoso como meio para fins sociais viola a dignidade humana.
A ética de Kant afirma que a razão pode definir leis morais universais: agir por dever, e não por religião ou interesses, pois a moral deve valer para todos e em qualquer situação.
A pena de morte é debatida por justificar a punição proporcional ao crime ou a “expulsão” de criminosos, e também por alegar efeitos como dissuasão e incapacidade—enquanto críticos apontam sua irreversibilidade e danos.
Marx critica o capitalismo por alienar o trabalho, transformar a produção em ciclos de crises e gerar exploração, pois poucos se apropriam do valor criado por muitos.
O subjetivismo moral defende que não há certo e errado universais: juízos morais expressam preferências e sentimentos de aprovação ou desaprovação, de modo que divergências são apenas gostos diferentes.
Maquiavel separa ética e política, defendendo que o governante deve priorizar a manutenção do poder e a eficácia, mesmo contrariando normas morais, o que gerou controvérsias.