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Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
Por que Platão defendia que apenas os filósofos deveriam governar? Entenda a alegoria do navio e o argumento contra a democracia em A República.
Introdução aos três principais argumentos filosóficos para a existência de Deus: o argumento ontológico de Anselmo, o argumento cosmológico de Tomás de Aquino e o argumento do design de William Paley.
Análise das críticas de David Hume ao argumento do design nos Diálogos sobre a religião natural, com foco na arbitrariedade da analogia entre o mundo e um relógio e na alternativa naturalista que antecipa a ideia de seleção entre arranjos estáveis da matéria.
Apresentação do argumento do design na formulação clássica de William Paley, em sua obra Teologia natural de 1802, com a famosa analogia do relógio e sua aplicação ao mundo natural como evidência da existência de um projetista divino.
Análise das críticas de Hume e Russell ao argumento cosmológico da primeira causa de Tomás de Aquino, mostrando como o pressuposto de que tudo precisa ter uma causa não se sustenta nem pela razão nem pela experiência.
Gaunilo critica o argumento ontológico por “provar” a existência de uma ilha perfeita; Anselmo responde que só Deus, cuja essência inclui existência necessária, pode ser assim.
O argumento ontológico afirma que, ao entender corretamente o conceito de Deus como ser perfeito, conclui-se que Deus deve existir, pois a existência estaria implicada na própria definição.
Resumo dos conceitos e argumento do livro A Vontade de Crer, de William James, no qual ele discute por que temos o direito de acreditar mesmo sem evidências conclusivas.
James argumenta que a hipótese religiosa é forçosa e momentosa: não há como esperar sem custo. Quem adia a crença já escolheu e pode perder o que só a crença tornaria possível.
James mostra que, em questões morais, esperar “provas” não funciona: acreditar nos direitos ou agir diante da injustiça depende da vontade, e certas verdades só surgem com a crença e a ação.
William James concorda que hipóteses científicas devem ser testadas e revisadas conforme dados, evitando crenças baseadas apenas em intuição ou autoridade.
James propõe um vocabulário para classificar crenças e decisões: hipóteses podem ser vivas ou mortas conforme conectam com quem decide, e escolhas variam em peso conforme são vivas, mortas, forçosas ou evitáveis.