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Introdução aos três principais argumentos filosóficos para a existência de Deus: o argumento ontológico de Anselmo, o argumento cosmológico de Tomás de Aquino e o argumento do design de William Paley.
Análise das críticas de David Hume ao argumento do design nos Diálogos sobre a religião natural, com foco na arbitrariedade da analogia entre o mundo e um relógio e na alternativa naturalista que antecipa a ideia de seleção entre arranjos estáveis da matéria.
Apresentação do argumento do design na formulação clássica de William Paley, em sua obra Teologia natural de 1802, com a famosa analogia do relógio e sua aplicação ao mundo natural como evidência da existência de um projetista divino.
Análise das críticas de Hume e Russell ao argumento cosmológico da primeira causa de Tomás de Aquino, mostrando como o pressuposto de que tudo precisa ter uma causa não se sustenta nem pela razão nem pela experiência.
Gaunilo critica o argumento ontológico por “provar” a existência de uma ilha perfeita; Anselmo responde que só Deus, cuja essência inclui existência necessária, pode ser assim.
O argumento ontológico afirma que, ao entender corretamente o conceito de Deus como ser perfeito, conclui-se que Deus deve existir, pois a existência estaria implicada na própria definição.