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Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
A página explica que “Deus está morto” é uma provocação de Nietzsche sobre a perda cultural da fé, apresentada na “Gaia Ciência” pelo aforismo do “homem louco”.
Nietzsche não defende o niilismo: ele diagnostica a “morte de Deus” e critica valores tradicionais, mas sustenta que, sem absolutos, ainda é possível criar e afirmar novos valores.
O debate filosófico sobre aborto confronta direitos: se o feto tem direito à vida e, mesmo tendo, se isso obriga a mulher a gestar, ou se sua liberdade corporal deve prevalecer.
No Brasil, o aborto é crime no Código Penal, mas é permitido em casos como risco à gestante, gravidez por estupro e anencefalia; ainda assim, há muitos abortos clandestinos e graves consequências.
Se o casal sabe que a relação sexual pode gerar gravidez e, mesmo assim, consente, então deve assumir a responsabilidade pelas consequências, como quem dirige e aceita os riscos de um eventual acidente.
O texto critica o argumento pró-vida por tratar “matar um humano” como sempre errado: “humano” pode significar pessoa ou só espécie, e em ambos os casos a premissa perde força moral, mudando a avaliação do aborto.
A analogia do violinista de Jarvis Thomson defende que, mesmo sendo o feto um ser humano inocente, isso não dá direito de usar o corpo da mulher; logo, ela pode recusar essa “ligação”.
Don Marquis afirma que o aborto é imoral porque priva o feto de experiências e projetos futuros que ele teria se a gravidez continuasse, tornando-o moralmente equivalente ao assassinato de uma pessoa inocente.
Os filmes mostram, sob diferentes óticas, como a eutanásia assistida surge em dilemas de vida e morte, explorando escolhas pessoais, conflitos morais e o impacto legal e familiar.
Permitir a eutanásia pode reduzir sofrimento físico e psicológico de doentes terminais, dar mais autonomia ao paciente e melhorar o uso de recursos de saúde, priorizando curas e prevenção.
A eutanásia, definida como matar intencionalmente alguém sem esperança de recuperação, é defendida pela compaixão, mas o texto argumenta que é errada por ser intrinsecamente injusta e perigosa na prática.
Ao longo da história, diferentes culturas e pensadores debateram a eutanásia, ora associando-a a compaixão e alívio do sofrimento, ora a práticas de eliminação ligada à “higienização” social e eugenia.