Pesquisar páginas, seções e temas do site. Quando não houver resultado rápido, a busca consulta o conteúdo publicado.
Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
O debate confronta a origem do universo: discute como o Big Bang explicaria o começo, contrasta visões teístas e ateias sobre “vindo do nada” e questiona quem (ou o quê) criou tudo.
A pesquisa sobre cotas raciais analisa a justiça da reserva de vagas a grupos historicamente desfavorecidos, discutindo critérios de admissão, igualdade de oportunidades e impactos no racismo, com argumentos a favor e contra.
A pesquisa orientada sobre eutanásia analisa um caso-limite e discute, com base em diferentes perspectivas, se a prática é moral e legalmente aceitável e quais impactos sociais uma possível legislação traria.
A pesquisa analisa, a partir do caso de Fernanda, se o feto tem direito à vida e em que momento esse direito começa, confrontando a escolha da mulher com diferentes argumentos morais e filosóficos.
A pesquisa orientada sobre direito dos animais investiga como tratamos diferentes espécies, distinguindo defesa do direito e do bem-estar, analisando argumentos a favor e contra e formando um ponto de vista fundamentado.
Santo Agostinho, bispo de Hipona, buscou a verdade nas filosofias antes de converter-se ao cristianismo, influenciando profundamente católicos e protestantes com obras como Confissões e A Cidade de Deus.
Thomas de Aquino foi um filósofo e teólogo medieval que buscou conciliar fé e razão, defendendo a teologia natural e tornando-se referência central da escolástica.
Em Utopia, Thomas Morus critica a pena de morte por ser inútil contra o crime, defendendo que a violência nasce de condições sociais e que instituições bem organizadas evitam a necessidade de roubar.
A teoria do comando divino afirma que uma ação é moralmente correta se Deus a ordena e incorreta se Deus a proíbe, tornando o certo e o errado dependentes da vontade divina.
Juízos de fato descrevem a realidade e podem ser verdadeiros ou falsos; juízos de valor avaliam como bom ou ruim, sendo normativos e usados para orientar a ação.
O relativismo moral afirma que juízos como “assassinato é errado” valem conforme a cultura, pois não há padrão universal: o certo e o errado são convenções sociais, não verdades objetivas.
A visão tradicional nega direitos aos animais, vendo-os como meios para humanos; já Kant admite deveres indiretos, e Bentham defende o estatuto moral pela senciência, isto é, pela capacidade de sofrer.