Pesquisar páginas, seções e temas do site. Quando não houver resultado rápido, a busca consulta o conteúdo publicado.
Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
O compatibilismo concilia liberdade e determinismo ao definir liberdade como agir segundo desejos próprios, sem coerção, mesmo que as ações tenham causas naturais.
Sartre defende que o homem é liberdade: a existência precede a essência e, mesmo diante da facticidade, os fatos só ganham sentido por escolhas pessoais.
O libertismo é uma concepção sobre o livre-arbítrio segundo a qual o nem todas as ações humanas são determinadas causalmente e pelo menos algumas ações são livres.
Determinismo afirma que tudo ocorre por causa e efeito, sem alternativas reais; fatalismo crê que “o que tiver que ser será”, tornando o futuro imutável. Ambos desafiam o livre-arbítrio, mas diferem em outros aspectos.
Liberdade circunstancial é poder agir sem impedimentos externos; liberdade metafísica (livre-arbítrio) é conseguir escolher conscientemente, agir de outra forma, sem ser dominado por impulsos ou instintos.
O libertismo defende que não somos determinados, que podemos escolher livremente o que fazemos e que, por isso, somos moralmente responsáveis; isso é apoiado por experiências internas, julgamentos morais e deliberação.
O determinismo afirma que todo evento tem causas anteriores e que escolhas e ações humanas, por serem eventos, também são causalmente determinadas. Assim, a ciência explica o comportamento por leis psicológicas, genéticas e sociais.
O problema do livre-arbítrio pergunta se nossas escolhas são realmente livres ou determinadas por causas anteriores> Como resposta a essa questão temos o libertismo, determinismo e compatibilismo.
Gêmeos idênticos criados separados mostram semelhanças marcantes de personalidade, crenças e comportamento, sugerindo que a genética influencia fortemente quem somos, enquanto diferenças tendem a vir do ambiente.
Neste texto, Schopenhauer explora a ideia de que o livre-arbítrio é uma ilusão, argumentando que nossas escolhas são determinadas por forças além do nosso controle.
No caso de Darrow, a defesa determinista sustenta que os jovens não escolheram o crime: foram moldados por hereditariedade e ambiente, como se “vítimas” de causas anteriores, sem verdadeira responsabilidade moral.
Antes mesmo de percebermos conscientemente, o cérebro já prepara escolhas: padrões de atividade permitem prever se apertaremos à esquerda ou à direita segundos antes, sugerindo decisão inconsciente e possível reversibilidade.