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Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
Thomas Hobbes investigou como os seres humanos podem conviver em uma comunidade política para evitar a violência, defendendo uma visão materialista e uma teoria política marcada pelo medo e pela necessidade de autoridade.
Para Hobbes, sem Estado e leis, predomina a desconfiança e a busca incessante por poder para garantir sobrevivência, gerando uma “guerra de todos contra todos”, como no conflito das gangues.
Para Sartre, má-fé é o autoengano que nega nossa liberdade: usamos crenças ou “paixões” para tratar escolhas como inevitáveis, evitando a angústia e a responsabilidade pelas consequências.
A página explica a tese de Sartre de que, ao contrário dos objetos, a condição humana não tem essência fixa: primeiro existe, depois se define.
O existencialismo de Sartre, apresentado em 1945, discute a liberdade, a responsabilidade e a busca de sentido na vida humana, mostrando como essas escolhas moldam nossa humanidade num mundo marcado por crise e sofrimento.
Karl Marx foi um economista e filósofo prussiano que, com Friedrich Engels, escreveu O Manifesto Comunista e O Capital, influenciando movimentos políticos e sistemas baseados no marxismo.
Para Marx, todo produto tem valor de uso (utilidade) e valor de troca (o que se obtém em outra coisa/dinheiro); o valor de troca deriva principalmente do trabalho gasto para produzi-lo.
O Manifesto Comunista, publicado em 1848 por Marx e Engels, critica o capitalismo e descreve a luta de classes, defendendo a organização social e política baseada em igualdade e democracia.
Francis Bacon (1561-1626) foi um filósofo e estadista inglês que defendeu o empirismo e o raciocínio indutivo, influenciando o método científico moderno, além de ter atuado na política apesar de dificuldades financeiras.
A biografia relata a infância disciplinada de John Stuart Mill, sua formação intelectual sob James Mill e Bentham, e como experiências pessoais e políticas o transformaram em defensor de mudanças sociais radicais e da liberdade.
A liberdade e o determinismo discutem se nossas escolhas são realmente livres ou causadas por fatores que nos antecedem, e, com isso, se ainda faz sentido responsabilizar e punir alguém por seus atos.
Determinismo é a ideia de que eventos seguem cadeias de causa e efeito: dadas as mesmas condições, o resultado é necessário e previsível; por isso, costuma ser visto como incompatível com um livre-arbítrio de futuro aberto.