Pesquisar páginas, seções e temas do site. Quando não houver resultado rápido, a busca consulta o conteúdo publicado.
Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
Argumentos dedutivos são aqueles que a conclusão é necessariamente verdadeira e indutivos são aqueles em que a conclusão é provavelmente verdadeira.
Um argumento é um conjunto de afirmações das quais pelo menos uma (a premissa) pretende oferecer razões para mostrar que a outra (a conclusão) é verdadeira.
A lógica avalia argumentos pela forma lógica, distinguindo conteúdo e estrutura: se a estrutura é válida, o argumento permanece válido independentemente do tema.
Um argumento é válido quando é possível justificar adequadamente a conclusão através das premissas e é correto quando, além de ser válido, também possui premissas verdadeiras.
Uma proposição é aquilo que é expresso através de sentenças declarativas e que é verdadeiro ou falso.
A lógica, criada por Aristóteles, estuda argumentos válidos e inválidos, analisando a estrutura do raciocínio e a diferença entre forma e conteúdo para evitar erros ao concluir.
Estudar lógica melhora sua capacidade de analisar argumentos, identificar validade e construir provas, além de tornar o raciocínio e a persuasão mais eficazes no dia a dia.
A ética normativa investiga o que torna uma ação correta ou errada e, ao propor teorias como virtude, dever e consequências, orienta julgamentos morais sobre temas polêmicos.
Para Kant, agir moralmente é seguir máximas que possamos querer como lei universal, testando-as por sua universalizabilidade e pelo respeito ao fim em si.
Para Kant, o valor moral depende do motivo: só as ações feitas por dever, e não por inclinação ou por simples conformidade, têm verdadeiro valor moral.
Dilemas morais mostram que emoções e razão competem no cérebro: ao danificar o córtex ventromedial, o cálculo utilitarista tende a dominar, revelando a base neurobiológica da moralidade.
O dilema do trem discute se devemos desviar um trem para salvar cinco pessoas, mesmo ao custo de matar uma pessoa, confrontando intuições morais e teorias consequencialistas.