Pesquisar páginas, seções e temas do site. Quando não houver resultado rápido, a busca consulta o conteúdo publicado.
Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
Para Platão, a arte é mimese: imita objetos já imperfeitos; por isso é “cópia da cópia”, afastando-nos das Ideias perfeitas. Joseph Kosuth retoma esses níveis de realidade em sua obra.
Para Platão, a alma imortal é anterior e posterior ao corpo, dividindo-se em racional, irascível e apetitiva; já o corpo é uma prisão e distração, desviando-nos da verdade e da justiça.
A ideia de reminiscência de Platão é a crença de que as almas humanas já conheceram todas as ideias eternas antes de nascerem, e que a educação é o processo de recordar o que já sabemos.
As quatro causas de Aristóteles são: a causa material, que é o que um fenômeno é feito; a causa formal, que é a forma que assume; a causa final, que é o objetivo para o qual é feito; e a causa eficiente, que é a força que o produz.
O método socrático mostra como Sócrates conduz diálogos estruturados para analisar definições, testar sua validade e buscar a verdade sobre virtudes como justiça e coragem.
Rousseau defende que o homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe: por isso, discorda de visões pessimistas como a de Hobbes. No Discurso de 1755, reconstrói filosoficamente o ser humano em seu estado natural e critica o que parecia “natural” nas sociedades europeias.
A ideia de rei-filósofo foi apresentada por Platão em um livro chamado A República. Ele acreditava que as desgraças humanas só iriam acabar quando os filósofos se tornassem reis ou os reis se tornassem filósofos. A ideia de Platão se tornou a inspiração para críticas à democracia e a defesa de um tipo de governo aristocrático, em que apenas aqueles com maior conhecimento devem governar.
O contratualismo defende que a ética surge de um acordo: como não somos anjos e buscamos viver bem, criamos direitos e deveres num contrato social para evitar o “estado de natureza” de conflito.
Juízos analíticos são verdadeiros ou falsos só pelo significado das palavras; já os sintéticos dependem de como o mundo é, exigindo observação ou experiência para verificar sua verdade.
Deontologia diz que o certo é cumprir deveres e regras (como “não mentir”), enquanto consequencialismo avalia as ações pelos seus resultados, escolhendo o que gera o melhor desfecho.
De forma resumida, o dilema de Eutífron pode ser formulado nos seguintes termos: uma ação é boa porque deus quis ou deus quis por que é boa?
Ética dá nome a uma área de reflexão filosófica sobre o certo e o errado, o bem e o mal. Desde Sócrates, os filósofos têm colocado uma série de questões sobre a ética e refletido sobre como devemos agir.