Tabela de verdade
No artigo anterior, aprendemos a função e valores de verdade da negação, conjunção, disjunção, condicional e bicondicional. Aprendemos também como identificar se uma proposição é verdadeira ou falsa dado o...
Definição dos conectivos lógicos
Depois de vermos no artigo anterior o que é uma conjunção, negação, disjunção, condicional e bicondicional, o próximo passo é entender seu valores de verdade utilizando tabelas de verdade. Tomo...
Conectivos lógicos
Como vimos no artigo anterior, podemos combinar várias proposições simples para criar proposições mais complexas usando conectivos lógicos. Por exemplo: Proposição simples 1: "Hoje está ensolarado." Proposição simples 2: "Vou...
Proposições simples e compostas
Como vimos no artigo anterior, proposições são afirmações com sentido e valor de verdade. Por isso, frases como “leia o texto!” ou “mingau tia foi” não são proposições: a primeira porque...
Estudos de correlação e experimentos: como estabelecer relações causais?
Fumar causa câncer de pulmão? Desigualdade de riqueza tornas as sociedades mais violentas? Emissões de gás carbônico de atividades humanas provocam o aquecimento global? O que há em comum entre...
Falácia do apostador
A falácia do apostador ou de Monte Carlo é erro comum quando calculamos a probabilidade de eventos. Imagine que tem em suas mãos uma moeda honesta, ou seja, que não foi manipulada para cair...
Argumento ad nauseam ou ad infinitum
O argumento ad nauseam (até provocar náusea, em português) ou ad infinitum é um tipo de argumento que tenta convencer uma audiência através da repetição. Repetir a mesma ideia milhares de vezes fará com...
Mistério, portanto mágica
Imagine que está assistindo um show de mágica. Você olha para o palco e vê um mágico movendo suas mãos como asas de pássaro e lentamente seus pés saem do...
Reductio ad Hitlerum
Reductio ad Hitlerum ocorre quando uma ideia é rejeitada porque no passado foi adotada por Adolf Hitler. Às vezes isso é uma falácia, mas nem sempre. Hitler é um dos líderes mais perversos...
Armas não matam pessoas, pessoas matam: uma falácia que ignora a causa próxima
Explore a falácia de ignorar a causa próxima no argumento "armas não matam pessoas, pessoas matam". Entenda por que essa simplificação desconsidera fatores cruciais no debate sobre desarmamento.