Pesquisar páginas, seções e temas do site. Quando não houver resultado rápido, a busca consulta o conteúdo publicado.
Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
Explica, com exemplos como furar a fila, como entender a fórmula do imperativo categórico de Kant e quais incompreensões comuns devem ser evitadas.
No utilitarismo, não basta somar quantas pessoas “ganham”: é preciso comparar intensidade e duração do prazer e do sofrimento, de forma imparcial.
A página explica o debate entre emoções aprendidas e universais e resume os estudos de Paul Ekman com o povo Fore, mostrando que expressões como alegria, raiva e medo são reconhecidas além das culturas.
A estética investiga por que julgamos algo como belo ou artístico, debatendo se a beleza é objetiva ou subjetiva, e o que define uma obra de arte.
William James via as emoções como resultado de ações corporais: sorrir ou tensionar o corpo pode gerar alegria ou estresse, ideia reforçada por pesquisas sobre expressões faciais.
Para os estoicos, emoções como a raiva não são automáticas: nascem de julgamentos da mente; reconheça o impulso inicial e revise a interpretação antes de assentir à explosão.
Para Aristóteles, emoções como raiva, medo e esperança movem a alma e alteram nossos julgamentos: a mesma situação pode ser interpretada como “acidente” ou “ataque”, conforme o sentimento do momento.
Byung-Chul Han mostra que, na sociedade de desempenho, a cobrança interna substitui a disciplina externa, levando ao cansaço constante.
A edição do Enem deste ano apresentou dez questões de filosofia, número um pouco superior ao de outras edições, nas quais geralmente a disciplina é abordada com menor frequência. Entre os filósofos citados nas questões, destacam-se nomes clássicos como Aristóteles e Michel Foucault, cujas teorias e reflexões já são familiares em provas anteriores.
O conceito de sociedade de controle, de Gilles Deleuze, explica como dispositivos digitais monitoram e direcionam o comportamento humano de forma descentralizada e adaptável.
O debate sobre livre-arbítrio confronta determinismo e responsabilidade moral, usando casos como o de Leopold e Loeb para perguntar se escolhas são realmente livres ou apenas efeitos de hereditariedade e meio.
A justiça distributiva surge quando recursos e oportunidades são escassos: como dividir de forma justa para que ninguém seja tratado pior por tarefas iguais, como mostram exemplos com crianças e até animais.