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Textos com explicações acessíveis de conceitos filosóficos
As crenças sem provas podem parecer escolha pessoal, mas quando passam a afetar a saúde e a vida de outros, surge a pergunta sobre até onde vai o direito de acreditar sem evidência.
A página apresenta o debate entre Hobbes e Rousseau sobre se somos naturalmente violentos ou bons. Em seguida, mostra como Rutger Bregman usa pesquisas e exemplos históricos para contestar a teoria do “verniz” que diz que a cooperação só é superficial.
No Leviatã (1651), Hobbes explica que, sem governo e leis eficazes, os homens vivem em insegurança permanente: a desconfiança leva a disputas e a guerra torna-se regra. Ele descreve o estado de natureza como uma vida “solitária, pobre, sórdida, embrutecida e curta”.
A página apresenta o experimento imaginário dos “planetas A e B” para discutir se, em situações extremas, a natureza humana tende à solidariedade ou ao egoísmo. Em seguida, introduz ideias de Hobbes, Rousseau e Rutger Bregman.
A página reúne análises das questões de Filosofia do ENEM 2025, destacando temas como ética, justiça, poder e direitos humanos. Apresenta autores como Platão, Aristóteles, Hume, Bentham, Foucault, Marcuse e Bobbio, além de uma questão inspirada em Clarice Lispector.
A Filosofia do Humor investiga por que certas piadas fazem rir e outras causam desconforto, relacionando o riso a comparação social, alívio de tensões e quebra de expectativas. Hobbes, Freud, Kant e Schopenhauer são usados para explicar essas teorias.
A teoria do humor como incongruência afirma que o riso nasce da quebra inesperada de expectativas: a mente cria um caminho e, quando ele se desfaz repentinamente, surge o prazer e o riso.
A teoria do humor como alívio explica que o riso pode servir para descarregar tensões emocionais guardadas no inconsciente, como raiva ou vergonha. Assim, piadas sobre temas sérios funcionam como válvulas de escape.
A teoria do humor como superioridade, ligada a Hobbes, afirma que o riso nasce quando percebemos falhas no outro e sentimos, por um instante, uma “glória” por estar acima.
O texto compara Platão e Aristóteles sobre a essência das coisas: para Platão, ela está nas ideias imutáveis; para Aristóteles, surge na própria realidade, unindo matéria e forma.
O texto explica como Aristóteles entende as mudanças sem perda de identidade, articulando forma e matéria, essência e acidente, e ato e potência.
Aristóteles nasceu em 384 a.C. em Estagira, na Macedônia. Estudou na Academia de Platão em Atenas por cerca de vinte anos. Posteriormente, foi tutor de Alexandre, o Grande, e fundou sua própria escola, o Liceu. Desenvolveu uma filosofia baseada na observação e na lógica, com grande influência nas ciências, ética, política e metafísica. Morreu em 322 a.C. na cidade de Cálcis.